Esta proposta apresenta o plano para transformar a primeira tranche de R$ 300 mil em 12.873 clientes ativos, com aportes seguintes liberados a cada 3 meses — ou antecipados sempre que a meta de envios for batida antes do prazo. A meta sempre destrava o próximo capital.
Os R$ 300 mil são tratados em três blocos distintos. Cada real tem destino claro, e o que parece despesa em parte se transforma em caixa imobilizado recuperável e reserva estratégica. Isso muda a leitura do investidor sobre o que está sendo financiado.
Não é uma startup de PowerPoint. A Tegg já está em rua, com clientes em todos os DDDs do Brasil, sede em Brasília e aplicativo nas duas lojas. O investimento entra em uma operação que já existe — não em uma promessa.
O número mais importante desta operação. Cada cliente novo carrega exatamente quatro componentes de custo. Esse é o tijolo da escala — e o que será comprimido nas próximas rodadas.
Ele determina quantos clientes cabem no aporte, quanto vale cada real investido em mídia e qual o tamanho real da base que a Tegg consegue ativar com R$ 300 mil.
Dentro do CAC de R$ 1,50 está o aprendizado de meses convertendo entre 25 e 30 chips por dia com cerca de R$ 60 em mídia paga. Não é projeção: é histórico operacional comprovado.
Cada componente desse custo é compressível com volume. Chip em lote maior baixa de preço. Frete em contrato consolidado cai. Mídia com marca reconhecida converte melhor. É essa compressão que cria a alavanca da próxima rodada.
Linha a linha. Sem caixa preta. Esta é a alocação real do primeiro aporte, separando ativação de cliente, estrutura operacional e caixa estratégico.
Depois de cobrir ativação completa de 10 mil clientes, estrutura física, folha de 3 meses e caixa de segurança, ainda há margem para mais aquisição.
Essa sobra não é gordura. Ela é convertida diretamente em base maior, usando o mesmo custo de R$ 19,39 por cliente já validado.
A partir do momento em que existe base, existe indicação. E indicação é cliente que entra sem CAC pago — é a alavanca silenciosa que muda o custo médio da operação na próxima janela.
O cliente que entra por indicação não passa pelo CAC pago. Ele entra pela confiança já criada pela base. Cada novo cliente limpo abaixa o custo médio da operação.
A trajetória depende da combinação de indicação orgânica e velocidade das próximas rodadas. Apresentamos três curvas, todas partindo da mesma base e culminando no marco de 50 mil clientes ativos.
A estrutura física, a folha e os insumos básicos não crescem na mesma proporção da base. Conforme os clientes aumentam, o peso da operação por cliente despenca. Esse é o destravamento de margem que justifica a tese.
A diluição não vive sozinha. Do outro lado, a receita compõe — cada cliente paga todo mês, em recorrência. Os planos variam de R$ 29,90 a R$ 99,90, então o ticket exato depende do mix. Para projetar com segurança, fixamos uma média ponderada conservadora e aplicamos margens líquidas que escalam com o poder de barganha da operação madura.
A primeira tranche de R$ 300 mil destrava a operação. As próximas chegam a cada 3 meses — ou antes, sempre que a meta de envios da rodada anterior for batida. Performance fecha a tranche, libera a próxima leva. Capital atrelado à execução, não ao calendário.
Capital total de até R$ 2 milhões em rodadas, em troca de 33% de participação societária na Tegg Technology. A primeira tranche de R$ 300 mil destrava a operação. As próximas chegam a cada 3 meses — ou antes, sempre que a meta de envios da tranche anterior for batida.